Best*

quinta-feira, 6 de novembro de 2008


Hoje em dia,

Sorria para tudo o que via,

Sentidos originais,

Pequenos e geniais.

Pareciam não ter um fim,

Não era fácil,

Mas se queremos ter que ser assim,

Um futuro que podemos chamar ideal,

Mais complicado, algo desigual em relação a ti.

Choramos,

Sem termos faltado a honra,

Abraçamos,

Aqueles que nos apoiaram naquelas horas,

Lutamos,

Por todos e por aqueles que amamos,

Porque um dia alguém lembrar-se que éramos manos.

Somos do mesmo sitio,

Somos do mesmo palácio,

Ambos Temos um vicio,

Ambos Temos um cérebro muito flácido,

Que origina, constrói,

Algo que dói,

Mas não se destrói,

O sangue quase o mesmo,

Dor é a mesmo para todos,

Sofremos juntos,

Não somos nenhuns tontos,

Que sofremos livres e consequentemente,

Perseguimos ideais livremente,

Somos nós ideia,

Porque até na dor sofremos por qualquer gente.

Sujamos um nome,

Parece desilusão,

Todos apenas conhece-me o pronome,

É ele sim Mação,

Tentam aclamar males e esquecer perdões,

Vivem na dor,

O que sentem todos os dias são apenas ilusões,

Choram choram,

Não aclamam,

Morrem morrem,

É apenas o destino do homem que imploram,

Tudo o que fica é sentido mental,

Porque enterrado serás,

Serás esquecido numa câmara de gás,

E finalmente no paraíso dos decentes encontraras paz.



por ti.mp3 - El canto del loco - Joao Macao