Best*

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Intro fim da vida

Sentia tudo o que escrevia, era a minha filosofia, enorme poesia,

simplesmente a minha vida, será que alguém a quereria?


Sobretudo eu a criticava, a minha lírica apaixonada, nem em mim acreditava,

e a minha mente eu julgava, dia-a-dia suspirava, e a minha vida oferecia.


Se eu vou conseguir, lembrar-me desta história…
Em que os sonhos que nos fazem sorrir, acabam sempre da mesma forma…


Sentimentos não resultam, de visões inoportunas, dos quais sentimentos,

não capturam, o que é que tu julgas? Um abraço, é um laço, que quando eu faço,

nunca sinto embaraço, porque nunca o desfaço,

eu sou assim, e por ti, prometi,

e como sempre pensaste eu vou mudar e para ti sempre vou sorrir.


Se eu vou conseguir, lembrar-me desta história…
Em os sonhos que nos fazem sorrir, e acabam sempre da mesma forma…



Eu a minha vida ofereço, como todas é linda é no começo,

e sempre que a vou vivendo me aborreço,

estou tão farto que eu os olhos fecho, e com o meu simples sorriso,

eu me despeço.


Só pelo o meu amor, o meu coração eu aqueço,

a ti um abraço é a única coisa que te peço.
Se eu esta vida amo, qual o porquê de chorar,

quem eu amo não engano, o meu defeito é amar,

e eu só quero gritar!


Se eu vou conseguir, lembrar-me desta história…
Em os sonhos que nos fazem sorrir, e acabam sempre da mesma forma…


O que pode acontecer hoje? temos de olhar em frente.
O que é que no passado foste? E o que és no presente.

Se até o diabo eu conheço, porque é que só Deus eu não convenço.

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